Converse com a sua planta, via Twitter
Se conversar com as plantas já era esquisito, imagine, então, fazer isso via Twitter! A invenção é de uma empresa norte-americana chamada BotaniCALLS, que desenvolveu um sistema que permite que as plantinhas se comuniquem com as pessoas, a partir de mensagens de texto ou do próprio Twitter, para avisar que precisam ser regadas.
A coisa funciona, mais ou menos, assim: sensores são colocados próximos a raiz e medem a umidade do solo. Quando ela não está satisfatória, os sensores mandam uma mensagem para um software que, prontamente, alerta o dono da plantinha sobre sua necessidade de água.
Gostou? Então espere só para ver todas as outras novidades tecnológicas que serão apresentadas ao público, de 11 a 15 de novembro, no IV Mobilefest, em São Paulo. O evento, gratuito, apresenta vários produtos e atividades interativas que combinam inovação tecnológica e cidadania.
Entre outras invenções legais, tem uma sandália com GPS, que evita que o dono se perca, e ainda capas plásticas que detectam a presença de celulares. Sem contar um festival de vídeos gravados, apenas, com aplicativos móveis.
Interação planta-bactéria
As interações planta-bactéria resultam de um reconhecimento recíproco de ambas espécies. Estas interações são responsáveis por processos biológicos essenciais para o desenvolvimento e a proteção das plantas.
O trabalho “Avaliação da diversidade de comunidades bacterianas associadas às plantas”, de Fernando Dini Andreote, João Lúcio de Azevedo e Welington Luiz Araújo, da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz da Universidade de São Paulo, revisa as metodologias aplicadas na investigação de alterações nas comunidades bacterianas associadas às plantas.
Uma descrição das técnicas é feita desde o isolamento até a aplicação de técnicas independentes de cultivo, construção e análise de bibliotecas de clones, a aplicação de análise multivariada em dados de ecologia microbiana e as novas metodologias de alto processamento de amostras como microarranjos e pirossequenciamento.
Esta revisão fornece informações sobre o desenvolvimento das técnicas tradicionais e uma visão geral sobre as novas tendências dos estudos de comunidades bacterianas associadas às plantas.
Água em gel para regar as plantas
Enquanto há quem insista em lavar calçadas, outros se preocupam em não cometer excessos nem ao regar as plantas. De fato, em tempos de escassez de água e de esgotamento do recurso em velocidade maior do que se quer acreditar, toda economia é válida. Um dos produtos que permite essa experiências é o Dry Water (também conhecido como Suplemento de Irrigação), fabricado pela Rain Bird.
Trata-se de um gel composto por 98% de água e 2% de celulose, que deve ser enterrado junto às raízes da planta. Ao entrar em contato com as bactérias do solo, seus compostos sofrem quebras, o gel passa para o estado líquido e libera umidade, lentamente, em um processo que pode durar entre 30 e 90 dias, de acordo com a aplicação, que depende das necessidades da planta.
Segundo os fabricantes, o Dry Water é 100% biodegradável, não tóxico e foi criado para aumentar o tempo entra as irrigações em vasos e outros tipos de recipientes, embora o andamento dependa de fatores como temperatura, vento e precipitação.
O produto é indicado para irrigação temporária ou suplementar e para irrigação definitiva em pequenos recipientes, como vasos e é comercializado no Brasil.
Estudo britânico confirma propriedade analgésica de hortelã brasileira
Uma xícara de chá de um tipo de hortelã tem propriedades analgésicas equivalentes às de alguns remédios vendidos comercialmente, concluiu um estudo feito na Grã-Bretanha por uma pesquisadora brasileira.
Há séculos, a erva Hyptis crenata, conhecida como hortelã-brava e salva-de-marajó, vem sendo utilizada na medicina popular no Brasil para tratar desde dores de cabeça e estômago até febre e gripe.
Liderada pela brasileira Graciela Rocha, a equipe da Universidade de Newcastle, no nordeste da Inglaterra, fez estudos com ratos e provou que a prática popular tem base científica.
O estudo foi publicado na revista científica Acta Horticulturae.
Graciela Rocha está apresentando seu trabalho no International Symposium on Medicinal and Nutraceutical Plants em Nova Déli, na Índia.
Tradição
De forma a reproduzir os efeitos do tratamento da maneira mais precisa possível, a equipe fez uma pesquisa no Brasil para descobrir como a erva é preparada tradicionalmente e que quantidades devem ser ingeridas.
O método mais comum de uso é ferver a folha seca em água durante 30 minutos e deixar que o líquido esfrie entes de bebê-lo.
Os pesquisadores descobriram que quando a erva é ingerida em doses similares às indicadas na medicina popular, ela é tão efetiva em aliviar a dor como uma droga sintética, do tipo aspirina, chamada indometacina.
A equipe pretende agora iniciar testes clínicos para descobrir quão efetiva a erva é no alívio da dor em humanos.
“Desde que os homens começaram a andar na Terra, temos procurado plantas para curar nossas aflições”, disse Graciela Rocha. “Na verdade, calcula-se que mais de 50 mil plantas sejam usadas no mundo com fins medicinais”.
“Além disso, mais de a metade de todos os remédios vendidos com receita são baseados em uma molécula que ocorre naturalmente em alguma planta”.
“O que fizemos foi pegar uma planta que é amplamente usada para tratar a dor com segurança e provar cientificamente que ela funciona tão bem como algumas drogas sintéticas”, disse Rocha.
“O próximo passo é descobrir como e por que a planta funciona”.
Sabor da Infância
Graciela disse que se lembra de ter tomado o chá como cura para todas as doenças da sua infância.
Ela disse: “O sabor não é o que a maioria das pessoas na Grã-Bretanha reconheceriam como hortelã”.
“Na verdade, ela tem um gosto mais parecido com o da sálvia, que é uma outra erva da família das mentas”.
“Não é muito gostoso, mas remédios não tem de ser gostosos, não é?”
A presidente da Chronic Pain Policy Coalition, entidade britânica que trabalha para combater a dor crônica, disse que a pesquisa é interessante.
“São necessários mais estudos para identificar a molécula envolvida, mas este é um estudo interessante sobre um possível novo analgésico para o futuro”, disse Beverly Collett.
“Os efeitos de substâncias semelhantes à aspirina são conhecidos desde que os gregos, na Antiguidade, relataram o uso da casca do salgueiro para cortar a febre”.
Plantas jurássicas vendidas em leilão por 800 mil dólares.
Uma espécie de hera muito rara, datada da época dos dinossauros, e que se pensava estar extinta desde há 200 milhões de anos, foi a leilão na Austrália.
O leilão destas plantas, levado cabo pela Sotheby's, atingiu valores que ultrapassam os 800 mil dólares. Uma quantia astronómica para conseguir levar para casa uma espécie de "Wollemi Pine", uma planta que se pensava extinta há 200 milhões de anos, até ter sido encontrado um exemplar, na Austrália, em 1994.
A planta, encontrada no vale oeste de Sidney, faz parte de uma espécie que se pensa ter existido durante o período jurássico.
A partir desta árvore, cuja localização exacta permanece em segredo, foram reproduzidos 292 exemplares, que agora foram leiloados pela Sotheby's, na primeira iniciativa deste género.
No total, os 148 lotes que foram a leilão receberam licitações de 791 mil dólares, o que quer dizer que, em média, cada árvore ficou cotada nos 3,62 dólares, confirmou uma fonte da Sotheby's à Agência France Press.
O lote mais cobiçado era constituído por uma réplica da planta original e foi vendido por 149 mil dólares, ultrapassando em larga escala as previsões da leiloeira que apontavam para um máximo de 50 mil dólares. A raridade permite ao comprador replicar a planta no seu jardim, explicou uma responsável do leilão, justificando o elevado preço por que foi vendido.A Sotheby's australiana fez um balanço do leilão, dizendo que, até agora, só numa outra ocasião tinha acontecido o mesmo que neste: "nenhum dos artigos foi vendido abaixo do valor estimado". O interesse que este leilão despertou repercutiu-se em todo o mundo, levando até à Austrália compradores de França, Alemanha, Taiwan, Japão, Gra-Bretanha, Irlanda, Canadá, Nova Zelândia e até de Portugal.
Hoje em dia existem em todo o mundo pouco mais de 100 Wollemi Pines, uma espécie de hera que pode atingir mais de 40 metros de altura. É conhecida como "fóssil vivo", designação atribuída pelo facto de ser uma espécie do tempo dos dinossauros que permaneceu viva até hoje.
Fonte: Ciberia
Estudantes aprendem sobre plantas medicinais
O Horto Medicinal Frei Veloso – localizado no campus Saúde da UFMG – está recebendo visitas de alunos do ensino fundamental da Rede Pública. Os alunos chegam ao campus, assistem a uma palestra sobre plantas medicinais e promoção da Saúde e, em seguida, fazem uma visita guiada ao horto.
No horto, a observação das plantas é acompanhada por um guia que explica sobre as plantas em cada uma das quatro estações da visita: na primeira, os alunos observam as plantas típicas do cerrado e o guia explica sobre a importância da preservação deste bioma; na segunda, são plantas nativas brasileiras, e é ressaltada a riqueza da flora existente no Brasil; na terceira estação, são plantas exóticas, e explica-se que plantas de outros países podem se adaptar bem às condições climáticas e ao solo do Brasil; na quarta são especiarias, e fala-se da grande importância das plantas na alimentação.
Além das estações, há também uma estufa com plantas raras e plantas tóxicas. Nesta estufa o guia explica sobre a importância de conhecer bem as plantas antes de utilizá-las, sobre efeitos colaterais, e sobre os perigos que algumas oferecem, pois são venenosas.
No final a turma visitante é batizada com o nome de uma planta, e recebe uma muda da mesma. Esta passa a ser a planta símbolo da turma.
Essa atividade surgiu do projeto baseado na popularização da ciência: “Plantas Medicinais no Contexto da promoção da Saúde”, idealizado pelo professor do curso de Medicina e coordenador do Centro de Memória da Medicina (Cememor) Ajax Pinto Ferreira, pelo professor do curso de Nutrição José Divino Lopes Filho, e pelo pesquisador da Fundação Ezequiel Dias (Funed) que está à disposição do Cememor, José Lucas Aleixo.
De acordo com o pesquisador, José Lucas Magalhães Aleixo, o que se pretende é que, futuramente, o horto seja uma sala de aula ao vivo sobre plantas medicinais. De acordo com o professor Ajax, o projeto tem como objetivo proporcionar uma abordagem sobre plantas medicinais e Fitoterapia, enfocando sua relação com a promoção da saúde. O professor Divino reforça: “Esse projeto de popularização da ciência visa resgatar a importância das plantas medicinais para a promoção da saúde, valorizando e reconhecendo cientificamente os méritos e benefícios da flora para a saúde”.
Júlia Carvalhaes, estudante de Biologia, é uma das guias que acompanha as visitas. Ela explica que o que mais se fala com as crianças é sobre a importância da preservação. “Explicamos que eles fazem parte de uma geração que tem o dever de preservar as plantas. E que são responsáveis em passar essas informações que aprendem no horto para outras pessoas. Fazemos até uma brincadeira com eles, dizendo que a geração do pesquisador José Lucas descobriu 71 plantas, a minha geração vai descobrir mais 500 e a geração deles tem que descobrir mais mil plantas e registrar sua utilização na promoção da saúde”.
Júlia explica que essas 71 plantas já foram listadas com efeito comprovado e com uso recomendado pela Organização Mundial de Saúde (OMS). “Essas plantas já são também recomendadas pelo Sistema Único de Saúde (SUS)”.
Plantas 'alternativas' podem suprir deficiência de hortaliças no Amazonas
Alimentos comuns no dia-a-dia de muitos brasileiros, como a alface, o tomate e a batata inglesa, não costumam fazer parte das refeições no Amazonas. Essas plantas tradicionais, consumidas na maior parte do Brasil, foram trazidas de outros países e se adaptaram bem ao clima e à terra de diversas regiões do país, como o Sul e o Sudeste. No Amazonas, entretanto, elas não obtiveram o mesmo sucesso.
O clima quente e úmido da região amazônica e o solo, ácido e carente em nutrientes, impossibilitam certos cultivos. Além das condições inadequadas para o plantio, os moradores do Amazonas não desenvolveram a tradição de consumir essas hortaliças convencionais.
“Os povos indígenas desconhecem essas plantas, já que muitas foram trazidas de fora do país. Por isso, a população do Amazonas não se acostumou a comer esses alimentos”, explica o professor do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Amazonas (IFAM), Valdely Kinupp.
A ausência de certas culturas pode ser compensada por plantas menos conhecidas ao redor do país, as chamadas hortaliças-não convencionais. Muitas dessas hortaliças são nativas da Amazônia e aclimatadas ao clima e ao solo da região. São exemplos de espécies amazônicas a ária (Calathea allouia), feijão-macuco (Pachyrhizus tuberosus), taioba-branca (Xanthosoma sagittifolium) e araruta (Maranta arundinacea).
Segundo o professor Valdely, as hortaliças não-convencionais amazônicas são fundamentais para complementar a dieta alimentar na região, pois apresentam ainda mais nutrientes que as plantas convencionais.
“O caboclo consome muito amido, presente no arroz, na farinha e no macarrão. As hortaliças não-convencionais são ricas em zinco, manganês, ferro e cálcio, ausentes em boa parte da alimentação regional”, diz.
Outra vantagem das hortaliças alternativas da Amazônia é que elas podem ser plantadas em espaços onde já existem árvores frutíferas, sem a necessidade de desmatar novas áreas. Essa forma de agricultura ajuda, portanto, a desenvolver a economia da região de forma sustentável. O cultivo de hortaliças não-convencionais também é uma maneira de aproveitar a biodiversidade brasileira, segundo Valdely.
“Se você viaja pelo Brasil, boa parte do que a gente consome vem de fora. Nós falamos em biodiversidade, mas, do ponto de vista alimentício, a gente não cria nossas próprias espécies. A cultura dessas hortaliças alternativas é uma forma de valorizar nossa riqueza nativa”, diz Valdely Kinupp.
Quem quiser conhecer de perto as hortaliças não-convencionais pode visitar o Jardim Botânico Adolpho Ducke, em Manaus. O endereço é Avenida Uirapuru, Bairro Cidade de Deus, Manaus (AM). O parque é aberto de terça-feira a domingo, das 8 às 16 horas.
Fonte: Globo Amazônia
Planta combate poluição de escritório
Se o ar que respiramos na rua não é tão puro quanto deveria, o problema pode ficar ainda maior em ambientes fechados.
Dentro de casa, ou escritório, a qualidade do ar é bastante preocupante. Em algumas áreas, os ambientes fechados possuem até doze vezes mais poluentes que o ar externo.
Tintas, vernizes, adesivos, móveis, roupas, solventes, materiais de construção e até mesmo água encanada contém os chamados compostos orgânicos voláteis – uma lista que inclui benzeno, xileno, tricloroetileno entre outros.
As doenças associadas a pessoas expostas a esse tipo de poluente vão de asma e náuseas a câncer e problemas reprodutivos. Por isso, Stanley J. Kays, da Universidade de Georgia, na Grécia, liderou um estudo para testar se plantas ornamentais eram capazes de remover esses compostos do ambiente – já que, em países desenvolvidos, chega-se a passar até 90% do tempo em locais fechados.
Ele e sua equipe testaram 28 plantas comuns, cultivadas por oito semanas e depois aclimatizadas a um ambiente interno por três meses antes de serem colocadas em jarras de vidro de 10,5 litros fechadas. Elas foram expostas a benzeno, TCE, tolueno, octano e alfa-pineno.
Amostras de ar foram analisadas por três e seis horas depois da exposição e, de todas as plantas, quatro mostraram índices de absorção bastante altos para todos os compostos: a Hemigraphis alternata (Asa de barata), Hedera helix (hera), Hoya carnosa (flor-de-cera) e Asparagus densiflorus (aspargo pluma).
Já a Tradescantia pallida (trapoeraba roxa) mostrou eficiência ainda maior em apenas quatro dos compostos – benzeno, tolueno, TCE ealfa-pineno.
O estudo foi publicado na HortScience.
Embrapa lança livro de Plantas Ornamentais Nativas
A Embrapa Clima Temperado lança na quinta (5), às 18hs, em seu estande localizado na 37ª Feira Nacional do Livro de Pelotas, o livro “Cores e formas no Bioma Pampa – Plantas Ornamentais Nativas”. A publicação é resultado de um projeto de pesquisa em plantas nativas do Bioma Pampa com potencial ornamental, realizado pela instituição desde 2003, com apoio da Fapergs, do CNPq e da Embrapa.
O livro foi elaborado pela engenheira agrônoma e doutora em Produção Vegetal, Elisabeth Regina Tempel Stumpf, a pesquisadora da Embrapa Clima Temperado e doutora em Genética e Biologia Molecular, Rosa Lia Barbieri e o biólogo e mestre em Botânica, Gustavo Heiden.
“Cores e formas no Bioma Pampa – Plantas Ornamentais Nativas” já foi oficialmente apresentada na Casa da Tecnologia, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), no final de agosto, durante a 32ª Expointer, no Parque Assis Brasil, em Esteio (RS), porém seu lançamento oficial foi reservado para prestigiar a Feira do Livro de Pelotas. A publicação do livro atende aos interesses de diferentes públicos, incluindo pesquisadores, profissionais das áreas de agronomia, botânica, arquitetura, decoradores e paisagistas.
O livro apresenta mais de 100 espécies vegetais com características estéticas apropriadas ao cultivo de plantas ornamentais, com fotografias acompanhadas da identificação taxonômica, nome popular, habitats de ocorrência, descrição morfológica com ênfase nas características ornamentais, fenologia e indicações de uso. “Através dessa publicação pretendemos valorizar as belezas ornamentais do Bioma Pampa e contribuir para sua conservação”, explica ela.
A pesquisadora Rosa Lia Barbieri ressalta que o livro foi editado com a intenção de divulgar e valorizar as plantas do Bioma Pampa, servindo como subsídio para pesquisas sobre propagação e cultivo dessas espécies.
Outras atividades - Na terça (10), às 18hs, também na Feira do Livro de Pelotas, será a vez do lançamento do livro eletrônico intitulado “Fruticultura: Fundamentos e Práticas”, do pesquisador Jair Nachtigal e dos professores da Universidade Federal de Pelotas, José Fachinelo e Elio Kersten.
Ainda durante a Feira, nos dias 10 (terça) e 11 (quarta), das 14hs às 22hs, haverá apresentação do projeto “Quintais Orgânicos” implantado pela Unidade em 2004, com apoio do Programa Fome Zero e que tem como objetivo inicial contribuir com a diminuição da fome e melhorar a qualidade de vida da população com a oferta de alimentos. E nos dias 12 (quinta) e 13 (sexta), das 14hs às 22hs, será apresentado o projeto “Sabor Nativo” que explora os potenciais naturais das frutas nativas da região aliados às inovações tecnológicas.
Além dessas ações, durante a Feira, o projeto “Casa de Verão da Baronesa” da Embrapa Clima Temperado, será pré-publicado na quinta (12), às 17hs.
O projeto pretende ser um memorial composto dos projetos das mini-bibliotecas, Escola Ambiental e Embrapa Escola. Em dezembro acontece a apresentação oficial.
A 37° Feira Nacional do livro é um espaço cultural de grande importância para a cidade e ocorre até dia 15 de novembro.
Concurso premia melhores fotos de natureza
A exposição dos melhores trabalhos do prêmio Veolia Environment Wildlife Photographer of the Year 2009 será inaugurada no próximo dia 23 de outubro. A mostra fica em cartaz em Londres até abril do ano que vem, quando as fotos seguem em um roteiro itinerante.
Ao todo, 95 fotografias receberão prêmios de finalistas e menções honrosas. Os vencedores serão anunciados no dia 21 de outubro, dois dias antes da abertura da exposição.
A competição do Museu da História Natural e da revista BBC Wildlife, que ocorre pelo 46º ano consecutivo, recebeu mais de 43 mil inscrições de fotógrafos de 94 países.
O prêmio é dividido em 17 categorias e há também uma premiação para dois vencedores gerais - um adulto e outro para jovens de até 17 anos.
Por causa do número crescente de visitantes curiosos para ver os trabalhos da premiação, neste ano o museu vai expor as fotografias em uma de suas maiores galerias.
Plantas têm ”funções cerebrais”
Uma conclusão importante para todos os que se dedicam à botânica. As plantas podem ser mais inteligentes do que parecem. Elas não têm cérebro como os animais, mas desempenham funções semelhantes às cerebrais, argumentam cientistas alemães. Em conjunto com a equipe de pesquisadores de Stefano Mancuso, de Florença, na Itália, o cientista Frantisek Baluska, de Bonn, descobriu, em raízes vegetais, funções semelhantes às cerebrais. Estruturas citológicas, analisadas com auxílio de um microscópio, se assemelham a células cerebrais animais, afirmam os cientistas. “Esta pesquisa está, todavia, no começo”, salienta Baluska. Por isso, ele prefere não falar de um “cérebro vegetal”, mas usar a expressão “central de comando”. Como bolsista da Fundação Humboldt, o eslovaco Frantisek Baluska veio pela primeira vez à Alemanha nos anos de 1990. Hoje, ele pesquisa como livre docente nas universidades de Bonn e Bratislava. Para explicar o conteúdo de sua pesquisa, Baluska mostra, na tela de seu computador, a representação esquemática da extremidade de uma raiz.As linhas desenhadas sobre a imagem se assemelham, na tela do computador de Baluska, a um circuito. O cientista chama a atenção para uma determinada zona: uma camada de células acima da extremidade da raiz. Ele explica que tais células têm propriedades semelhantes àquelas do cérebro animal. São células muito ativas, embora não cresçam nem desempenhem outras funções especiais.Elas transportam ínfimas bolhinhas (vesículas), preenchidas com substâncias, de um lado a outro. Microfilamentos de proteínas (filamentos de actina) conduzem as vesículas de transporte através das células. Trata-se dos mesmos filamentos de proteínas do esqueleto celular, responsáveis pelo movimento dos músculos tanto nos animais quanto no ser humano. Bildunterschrift: Algumas estruturas que encontramos remontam às sinapses, pontos de transmissão de estímulos entre as células nervosas”, explica Baluska. Ali são trabalhadas informações que influenciam diretamente o comportamento das raízes. As extremidades das raízes registram, por exemplo, a presença de luz ou de alguma substância tóxica. A informação é então transportada para a região anterior à extremidade. Ali, os dados são registrados e repassados para as zonas de crescimento da raiz. A partir deste momento, a raiz passa a saber em que direção ela deve crescer e reage a essa informação dentro de apenas algumas horas.
”Essa forma de trabalho pouco se diferencia do cérebro no reino animal”, afirma Baluska. O que acontece aqui no reino vegetal se assemelha a um sistema nervoso. Essa estrutura, segundo o cientista, executa as mesmas tarefas, embora apresente uma constituição bastante distinta. Essa interpretação de Baluska costuma suscitar críticas frequentes de outros especialistas. Bildunterschrift: O botânico Hubert Felle, da Universidade de Giessen, por exemplo, também estuda sinais em tecidos vegetais. No entanto, ele se expressa de forma bem mais cuidadosa que Baluska. Há muitos anos, Felle vem medindo sinais elétricos nas folhas de diversas espécies de plantas. No entanto, ele prefere não chamar isso de sistema nervoso botânico ou de neurobiologia vegetal. Felle, contudo, está também convencido de que as plantas utilizam sinais elétricos para reagir ao mundo exterior. Assim, elas têm a possibilidade de reagir a inimigos, como pulgões ou larvas. Felle desenvolveu aparelhos especialmente para a pesquisa, com os quais consegue medir a transmissão de sinais elétricos. Com uma lâmina, ele provoca um “ferimento” numa folha de feijão, o que desencadeia um fluxo de impulsos elétricos de folha para folha. Felle salienta que não se pode falar aqui, contudo, de “dor” ou de “sensações vegetais”.Trata-se de sinais que possibilitam à planta uma reação de defesa. Segundo Felle, a velocidade desses sinais é, no entanto, relativamente baixa. Em um segundo, o sinal vegetal não consegue atingir nem mesmo um centímetro.
Nesse mesmo espaço de tempo,um sinal nervoso de um mamífero percorreria tranquilamente cem metros.Nas plantas, o envio de sinais é cerca de 10 mil vezes mais lento que nos animais. Resumindo: as plantas não são mais burras que os animais, elas só vivem em outra esfera de tempo.
Faxina Vegetal
Em doutorado defendido no Instituto de Biologia da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Divina Aparecida Vilhalva descreveu uma planta do Cerrado brasileiro que, além de ter alto potencial para limpar solos contaminados com metais pesados, é capaz de absorver o cádmio em grandes quantidades. O cádmio produz efeitos tóxicos aos organismos vivos mesmo em concentrações relativamente baixas.
A planta é a Galianthe grandifolia, uma herbácea da família do café. Segundo a autora, ainda não havia sido identificada nenhuma planta nativa no Brasil com poder de absorção de cádmio igual ao encontrado nessa espécie. “Existem poucas plantas hiperacumuladoras desse elemento químico no mundo e, aparentemente, essa é a primeira nativa descrita com tal característica no país”, disse a bióloga à Agência FAPESP.
“A importância dessa descoberta, no entanto, está no fato de ela ser uma planta nativa do Cerrado, um bioma que está acabando sem que se conheça todo o potencial da sua biodiversidade. Seria interessante recuperar áreas contaminadas com plantas naturalmente adaptadas às condições climáticas e de solo da região”, apontou.
Divina constatou que a Galianthe grandifolia conseguiu absorver, em média, 120 miligramas de cádmio por quilo de matéria seca nos tecidos da parte aérea da planta e 300 miligramas por quilo (mg/kg) na parte subterrânea (xilopódio).
“Essa elevada capacidade a insere entre as plantas hiperacumuladoras de cádmio, aquelas capazes de acumular acima de 100 mg/kg do metal na matéria seca da planta. A espécie acumulou acima desse valor tanto na parte aérea como na parte subterrânea, com poucos danos ao seu desenvolvimento natural”, explicou.
Por isso, a Galianthe grandifolia acaba beneficiando o solo não só por retirar o metal, mas também por manter uma cobertura vegetal capaz de diminuir a lixiviação do metal para outras áreas. Para efeito de comparação, uma das plantas também consideradas hiperacumuladoras do metal, a Thlaspi caerulescens, consegue absorver 175 miligramas de cádmio por quilo de matéria seca em sua parte aérea.
As plantas analisadas por Divina foram coletadas em áreas do Cerrado na cidade de Itirapina, no interior de São Paulo. O experimento foi conduzido em casa de vegetação (estufa) a partir de solo coletado no próprio Cerrado com altas concentrações de alumínio e de cádmio.
Em seguida vários testes foram realizados, desde a taxa de crescimento da planta até alterações morfológicas e anatômicas ocasionadas pelo excesso de cádmio. Foi investigada ainda a presença de fungos em associação com as raízes das plantas, além de análises químicas do teor do metal.
Segundo a pesquisadora, a probabilidade de a Galianthe grandifolia ser capaz de absorver quantidades significativas de outros metais pesados é grande, devido às particularidades da espécie.
“Além da resposta positiva para o cádmio, ela apresenta um sistema subterrâneo resistente e se desenvolve naturalmente em solos com alta concentração de alumínio, metal fitotóxico para muitas plantas. Entretanto, essa hipótese precisaria ser confirmada com novos experimentos”, disse Divina.
Testes in situ
Além da Galianthe grandifolia, o trabalho de Divina envolveu o estudo de outra espécie de planta do Cerrado que também é caracterizada por apresentar um sistema subterrâneo espesso. Trata-se da Campuloclinium chlorolepis, que acumulou 22 miligramas de cádmio por quilo de matéria seca da parte aérea e 8 miligramas por quilo na parte subterrânea (raízes tuberosas).
“Apesar de essa espécie não ser considerada uma planta hiperacumuladora de cádmio, os resultados foram significativos. Para várias outras espécies de planta esses valores de absorção encontrados seriam extremamente tóxicos”, explicou.
O próximo passo do trabalho será fazer testes com a Galianthe grandifolia em solos contaminados com cádmio e outros metais pesados. “Estamos buscando parcerias para isso. Somente com os testes in situ poderemos chegar à proposta de uma nova técnica de fitorremediação propriamente dita”, disse Divina.
A pesquisadora do Instituto de Biologia da Unicamp explica que atualmente no Brasil os processos de fitorremediação (descontaminação do solo com plantas) são realizados, na maioria das vezes, com plantas geneticamente modificadas originárias de outros países.
Isso ocorre, segundo Divina, porque a fitorremediação é uma técnica bastante recente no Brasil, o que naturalmente estimula o uso de procedimentos bem estabelecidos nos países com maior experiência na área, levando ao emprego de plantas não-nativas.
“Essa tendência deverá mudar conforme as técnicas de fitorremediação forem popularizadas no país. O que leva ao uso de plantas não-nativas ou geneticamente modificadas é o desconhecimento do potencial de espécies nativas para absorção de metais pesados”, lembrou.
Pesquisas científicas na área com plantas geneticamente modificadas têm sido realizadas principalmente para desenvolver ou adaptar plantas para a fitorremediação. “Esses estudos ocorrem principalmente nos Estados Unidos e na Europa, porém ultimamente outros países vêm pesquisando esta tecnologia, como Canadá, Coréia do Sul e Japão”, disse.
Segundo ela, um exemplo está no Laboratório Nacional de Pesquisa em Fitorremediação na Coréia do Sul, onde recentemente cientistas transferiram um gene da levedura Saccharomyces cerevisiae para o DNA da Arabidopsis thaliana, planta modelo em pesquisas genéticas. “O gene da levedura conferiu à Arabidopsis tolerância a metais pesados como chumbo e cádmio. O resultado é uma planta transgênica capaz de absorver esses dois metais do solo”, disse Divina.
A pesquisadora ressalta ainda os efeitos nocivos do cádmio para a saúde humana. “Além das conseqüências para o ambiente pela contaminação de vegetais e animais por meio do solo, água ou ar contaminados, o cádmio tem caráter cumulativo nos organismos vivos.”
O cádmio, gerado por baterias de telefones celulares, pilhas, ou resíduos de indústrias, como as de tecido e plástico, ao contaminar o corpo humano causa disfunções como distúrbios renais, enfisemas pulmonares, osteoporose e vários tipos de câncer.
“E é justamente por não apresentar nenhuma função biológica que o cádmio é uma grande ameaça à saúde humana”, disse a pesquisadora, que foi orientada pelo professor Angelo Luiz Cortelazzo, também do Instituto de Biologia da Unicamp, com bolsa de doutorado do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).
Plantas começarão a florescer no inverno europeu em 2050, aponta estudo
Dentro de 40 anos, o Inverno vai deixar de ser branco. Pereiras e cerejeiras, ranúnculos e gerânios deverão começar a florir no final de Janeiro, quando a estação do frio ainda não terminou. Pelo menos oficialmente. Um novo estudo concluiu que em 2050, a Primavera vai chegar um mês mais cedo do que é tradicional.
Malcolm Clark, da Universidade Monash (Austrália), e Roy Thompson, da Universidade de Edimburgo, olharam com atenção para os registos das plantas dos Reais Jardins Botânicos de Edimburgo (RGBE) desde 1850 e para os registos meteorológicos relativos a Edimburgo desde 1775. O seu estudo, noticiado nesta quinta-feira (10/09) pelo jornal “The Guardian”, conclui que o “calendário botânico” já mudou para inúmeras espécies de plantas da colecção do RGBE, recolhidas ao longo de 150 anos em vários pontos do globo. Hoje, as plantas estão a florescer mais cedo porque as temperaturas estão, lentamente, a aumentar. Em zonas marítimas, por cada aumento de 1 grau Célsius, as plantas podem florir 16 dias antes. A culpa, dizem, é da subida das temperaturas médias das águas dos oceanos.
Os dois investigadores constatam que esta tendência será verificada na maioria das zonas costeiras do planeta, nomeadamente nas Ilhas Britânicas, Europa ocidental, costa atlântica dos Estados Unidos, Nova Zelândia, Chile e Norte de África. “Apesar de o estudo ser baseado na vida vegetal na Escócia, os nossos modelos aplicam-se a várias regiões”, disse Clark ao “The Guardian”.
Mas ainda que estas sejam boas notícias para os amantes das flores, muitos serão os amargos de boca, especialmente para agricultores, aves e insectos que dependem das plantas. Esta “dessincronização” pode fazer com que as plantas não estejam disponíveis quando os animais – como as aves e os insectos que se alimentam delas - precisam delas.
Tradicionalmente, a Primavera começa a 20 ou 21 de Março e termina a 21 de Junho. Mas os registos do Met Office (instituto de meteorologia britânico) indicam que a estação já está a começar a 1 de Março e a terminar a 31 de Maio. O problema é que o ritmo destas alterações é demasiado rápido para permitir às plantas se adaptarem e evoluírem. “No passado, as plantas acompanharam o ritmo do clima e depois da última Idade do Gelo tiveram muito tempo para migrar. No futuro, isso não vai acontecer”, disse Thompson. “Parece-me inevitável que vão ocorrer muitas extinções”.
Os impactos reais nas plantas ainda são difíceis de prever, dado que nem todas são tão sensíveis às alterações climáticas.
B-R-O-BRÓ: Plantas também exigem atenção no tempo seco
Quando chega o segundo semestre e as temperaturas no Piauí começam a aumentar, a umidade a cair e a incidência solar a atingir níveis preocupantes, as pessoas tendem a se preocupar com o corpo e com a pele e acabam esquecendo alguns detalhes do dia a dia. Se a beleza e a saúde do corpo ficam comprometidas no B-R-O BRÓ, a situação também se adéqua às plantas, que, se não forem devidamente cuidadas, perdem a beleza, e podem até mesmo, literalmente, morrer de calor.
Para evitar que o jardim perca o verde os (as) donos (as) de casa devem ficar bastante atentos à freqüência que costumam aguar as suas plantas e à localização delas na casa. Excesso de sol, mesmo com hidratação regular, também pode comprometer o desenvolvimento de algumas plantas. “Existem plantas de sol e plantas de sombra. O ideal é que elas sejam aguadas duas vezes ao dia”, aconselha Marenilda Bonfim, proprietária de posto de venda de plantas no Shopping Natureza.
As plantas com mais saída nos shopping são, geralmente, as mais sensíveis à falta de umidade e altas temperaturas. Roseiras e samambaias precisam de mais atenção dos seus donos para que não percam a beleza nesta época do ano. Os bonsais – plantas que geralmente são réplicas de árvores naturais em miniatura – também necessitam de cuidados especiais para não morrerem. “Com os bonsais, a preocupação maior deve ser com o substrato (adubo), porque ele resseca muito rápido e, se não molhar sempre, ele morre”, explica Marenilda.
Além das plantas ornamentais, as ervas medicinais também precisam de cuidados extras para resistir às altas temperaturas de Teresina. As ervas que apresentam mais problemas de adaptação são a sálvia, erva-doce, lavanda e tomilho. De acordo com Socorro Sobreira, vendedora de ervas medicinais no Shopping Natureza, 99% dos seus produtos vem de fora em carro refrigerado e, boa parte do que compra, é jogado fora por conta de choques térmicos. “As plantas vem em caminhão refrigerado e quando chegam aqui morrem por conta do calor. Dificilmente consigo salvar um pé de sálvia”, conta.
Outra erva bastante sensível é a arruda. Sua sensibilidade já deu margem a todo tipo de interpretação. Muitas pessoas procuram a planta porque acreditam que ela repele mau olhado. “Ela só é muito sensível e qualquer deslize no trato com ela, morre”, explica Socorro. Ainda de acordo com ela, esse é o período do ano que mais se costuma perder plantas ornamentais e ervas medicinais que, mesmo com todos os cuidados, acabam não resistindo às altas temperaturas.
Plantas vão virar biofábricas para produzir "plástico verde"
Pesquisadores australianos estão um passo mais próximos de transformar plantas em biofábricas capazes de produzir óleos que poderão substituir os derivados do petróleo utilizados na fabricação de plásticos.
Alterando geneticamente uma planta modelo, chamada Arabidopsis, eles fizeram com que o vegetal acumulasse até 30% dos chamados ácidos graxos não-usuais. Esse tipo de óleo normalmente é retirado de derivados do petróleo, servindo como matéria-prima para a fabricação de plásticos, tintas e cosméticos.
A Arabidopsis é apenas um modelo, que pode não ser a escolha mais eficiente possível. Por isto os cientistas agora estão tentando aplicar a técnica em oleaginosas.
"Utilizar plantas como biofábricas tem muitas vantagens, muito além da substituição dos cada vez mais escassos recursos petrolíferos," diz o coordenador da pesquisa, Dr. Allan Green.
As plantas podem ser cultivadas conforme a demanda do produto, sem a necessidade de grandes refinarias que geralmente seguem os ciclos econômicos sustentando grande capacidade ociosa. A renda também pode ser melhor distribuída por uma infinidade de pequenos produtores rurais.
Os pesquisadores acreditam ter encontrado os genes precisos para a manipulação das plantas para que elas produzam o máximo possível de ácidos graxos não-usuais. No caso da Austrália, onde está sendo feita a pesquisa, a planta até agora vista como mais promissora para a produção de óleo em larga escala é a açafroa.
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